" Álvaro carvalho numa entrevista exclusiva dada à TVI, garantiu ter sido perseguido pelo PS. O homem que certificou a credibilidade das vítimas da Casa Pia, não se contém e aponta o dedo.
«Fui interdito de ser nomeado para lugares políticos, até há algum tempo. E isto foi-me dito publicamente por alguém que entretanto teve responsabilidades governamentais, que eu traí os meus amigos do PS, e depois vim a saber, de facto, que figurava numa lista de interditos para nomeações», afirmou Álvaro Carvalho, psiquiatra das vítimas.
Acusações graves que não tiveram no entanto, qualquer comentário do Partido Socialista. Vitalino Canas, porta-voz do PS, disse mesmo que não vai comentar o assunto."
on TVI online
PS: Já dizia o grande Conselheiro de Estado, Jorge Coelho: "Quem se mete com o PS, LEVA"
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
domingo, 23 de novembro de 2008
Roam-se de Inveja
Google e Benfica estabelecem parceria, criando um motor de busca personalizado para o maior clube do mundo
http://www.slboogle.com
Benfiquista que é benfiquista não usa o Google, usa o SLBOOGLE !
Saudações Benfiquistas
Obs: Os amigos lagartos e tripeiros que me desculpem (babem-se)
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Saudações Benfiquistas
Obs: Os amigos lagartos e tripeiros que me desculpem (babem-se)
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Uma Frase Bastante Actual
"Mas, ultimamente, essa invenção da democracia fez surgir uma qualidade que hoje se transformou numa verdadeira vergonha, que é a covardia de grande parte de nossa chamada "liderança". Que felicidade poder a gente esconder-se, em todas as verdadeiras decisões de alguma importância, por trás das chamadas maiorias!"
Minha Luta (Mein Kampf)
Adolf Hitler
Minha Luta (Mein Kampf)
Adolf Hitler
"A VERGONHA DE NÃO TER VERGONHA NA CARA"
Excelente artigo de opinião de João Miguel Tavares
"Há quatro anos, o administrador do Banco de Portugal Manuel Sebastião foi procurador do administrador do Banco Espírito Santo Manuel Pinho na compra de um prédio em Lisboa. Esse prédio era propriedade do Banco Espírito Santo, tendo Manuel Sebastião servido de intermediário numa compra entre o BES e um administrador do BES. Manda a boa prática que um administrador de um banco não se envolva em negócios pessoais com o próprio banco que administra. E manda a lei que o Banco de Portugal supervisione o funcionamento do Banco Espírito Santo.Manuel Sebastião viria mais tarde a adquirir um apartamento nesse prédio, entretanto remodelado. Em Março deste ano, o ministro da Economia Manuel Pinho nomeou Manuel Sebastião presidente da Autoridade da Concorrência. A lei exige que a Autoridade da Concorrência seja um "regulador independente". A possibilidade de ela entrar em conflito com o Governo é elevada, sendo no mínimo discutível que um ministro nomeie um amigo pessoal - e seu inquilino - para desempenhar tal cargo. Certamente por achar que não havia nada para esclarecer neste caso, o Partido Socialista chumbou, na sexta-feira, a audição a Manuel Pinho e Manuel Sebastião no Parlamento, pedida pelo CDS-PP.Estes são os factos. Confrontado com eles, o que é que o primeiro-ministro de Portugal decidiu comunicar ao País? Que não encontra no que foi publicado "nada que seja contra a lei". O que até é bem capaz de ser mentira, mas admitamos que possa ser verdade. Só que José Sócrates não ficou por aí. E acrescentou também não ter encontrado "nada que seja criticável do ponto de vista ético". Ora, isto são declarações absolutamente vergonhosas, e só mesmo por vivermos num país onde a mentira na política é aceite com uma espantosa tolerância é que um primeiro-ministro pode dizer uma barbaridade destas e sair de mansinho.Se José Sócrates encontrasse um dos seus ministros a tentar arrombar um cofre com um berbequim diria aos jornais que ele estava só a apertar um parafuso. Afinal, também no caso da sua licenciatura o primeiro-ministro não viu nada de eticamente duvidoso nem de moralmente reprovável. Ora, o que me faz impressão não é que esta gente que manda em nós atraia a trafulhice como o pólen atrai as abelhas - isso faz parte da natureza humana e é potenciado por quem frequenta os corredores do poder. O que me faz impressão é o desplante com que se é apanhado com a boca na botija e se finge que se andava só à procura das hermesetas. É a escola Fátima Felgueiras, que mesmo condenada a três anos e meio de prisão dava pulinhos de alegria como se tivesse sido absolvida. Nesta triste terra, parece não haver limites para a falta de vergonha"
in DN de 18/11/2008
PS: Porque será que a oposição não fala mais disto?
"Há quatro anos, o administrador do Banco de Portugal Manuel Sebastião foi procurador do administrador do Banco Espírito Santo Manuel Pinho na compra de um prédio em Lisboa. Esse prédio era propriedade do Banco Espírito Santo, tendo Manuel Sebastião servido de intermediário numa compra entre o BES e um administrador do BES. Manda a boa prática que um administrador de um banco não se envolva em negócios pessoais com o próprio banco que administra. E manda a lei que o Banco de Portugal supervisione o funcionamento do Banco Espírito Santo.Manuel Sebastião viria mais tarde a adquirir um apartamento nesse prédio, entretanto remodelado. Em Março deste ano, o ministro da Economia Manuel Pinho nomeou Manuel Sebastião presidente da Autoridade da Concorrência. A lei exige que a Autoridade da Concorrência seja um "regulador independente". A possibilidade de ela entrar em conflito com o Governo é elevada, sendo no mínimo discutível que um ministro nomeie um amigo pessoal - e seu inquilino - para desempenhar tal cargo. Certamente por achar que não havia nada para esclarecer neste caso, o Partido Socialista chumbou, na sexta-feira, a audição a Manuel Pinho e Manuel Sebastião no Parlamento, pedida pelo CDS-PP.Estes são os factos. Confrontado com eles, o que é que o primeiro-ministro de Portugal decidiu comunicar ao País? Que não encontra no que foi publicado "nada que seja contra a lei". O que até é bem capaz de ser mentira, mas admitamos que possa ser verdade. Só que José Sócrates não ficou por aí. E acrescentou também não ter encontrado "nada que seja criticável do ponto de vista ético". Ora, isto são declarações absolutamente vergonhosas, e só mesmo por vivermos num país onde a mentira na política é aceite com uma espantosa tolerância é que um primeiro-ministro pode dizer uma barbaridade destas e sair de mansinho.Se José Sócrates encontrasse um dos seus ministros a tentar arrombar um cofre com um berbequim diria aos jornais que ele estava só a apertar um parafuso. Afinal, também no caso da sua licenciatura o primeiro-ministro não viu nada de eticamente duvidoso nem de moralmente reprovável. Ora, o que me faz impressão não é que esta gente que manda em nós atraia a trafulhice como o pólen atrai as abelhas - isso faz parte da natureza humana e é potenciado por quem frequenta os corredores do poder. O que me faz impressão é o desplante com que se é apanhado com a boca na botija e se finge que se andava só à procura das hermesetas. É a escola Fátima Felgueiras, que mesmo condenada a três anos e meio de prisão dava pulinhos de alegria como se tivesse sido absolvida. Nesta triste terra, parece não haver limites para a falta de vergonha"
in DN de 18/11/2008
PS: Porque será que a oposição não fala mais disto?
Sem Comentários - Aljustrel
Minas de Aljustrel novamente em funcionamento: 220 postos de trabalho criados
2008-05-19
A reactivação da mina de Aljustrel «trouxe investimento, deu trabalho e vai contribuir para aumentar as exportações. Investimento, emprego, exportações, é disto que o país necessita e são estes exemplos que temos que puxar para cima e evidenciar», afirmou José Sócrates em 19 de Maio, na vila alentejana.
O Primeiro-Ministro presidiu à cerimónia de arranque da produção das minas, encerradas desde 1993 e reactivadas pelo grupo sueco/canadiano Lundin, através da empresa concessionária do complexo, a Pirites Alentejanas.
O Governo assinou, há dois anos, o contrato de investimento com o grupo mineiro. Sócrates afirmou que este investimento de 130 milhões de euros «permitiu recuperar uma actividade importante para Aljustrel, para o Alentejo e para o país» e acrescentou que, «afinal de contas, a actividade mineira era algo que já se pensava que estava morto e enterrado, que era coisa do passado; mas que alegria voltar e ver esta mina moderna, que está aqui para competir na economia global e fazer aquilo que é necessário no país».
A partir de agora, estas minas vão poder vender o seu minério e acrescentar riqueza à empresa, naturalmente, mas também à região e ao país», referiu, lembrando que quando «poucos acreditavam» o Estado «acreditou e incentivou este investimento».
O investimento também «exprime a confiança no país, na sua economia e nos portugueses», pois «ninguém investe tanto dinheiro numa actividade que, ainda por cima, só tem retorno daqui a uns anos, senão tiver confiança no nosso país», salientou.
O Ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, referiu que, entre 2005 e 2007, as exportações portuguesas de minério aumentaram 80%: «Portugal exportou 450 milhões de euros em 2005 e 730 milhões de euros em 2007; Portugal tem que ser ambicioso e colocar a fasquia nos mil milhões de euros o mais rapidamente possível».
Quando as minas de Aljustrel estiveram a funcionar em pleno, em 2009, terão criado 220 postos de trabalho directos e 450 indirectos, e produzirão anualmente 80 mil toneladas de zinco, 17 mil toneladas de chumbo e 1,25 milhões de onças de prata. O PM referiu que outros investimentos estão em curso ou foram recentemente concluídos Alentejo, nomeadamente duas das maiores centrais solares do mundo, o empreendimento de Alqueva, o aeroporto de Beja e o IP8, entre Sines e Beja.
in Portal do Governo
2008-05-19
A reactivação da mina de Aljustrel «trouxe investimento, deu trabalho e vai contribuir para aumentar as exportações. Investimento, emprego, exportações, é disto que o país necessita e são estes exemplos que temos que puxar para cima e evidenciar», afirmou José Sócrates em 19 de Maio, na vila alentejana.
O Primeiro-Ministro presidiu à cerimónia de arranque da produção das minas, encerradas desde 1993 e reactivadas pelo grupo sueco/canadiano Lundin, através da empresa concessionária do complexo, a Pirites Alentejanas.
O Governo assinou, há dois anos, o contrato de investimento com o grupo mineiro. Sócrates afirmou que este investimento de 130 milhões de euros «permitiu recuperar uma actividade importante para Aljustrel, para o Alentejo e para o país» e acrescentou que, «afinal de contas, a actividade mineira era algo que já se pensava que estava morto e enterrado, que era coisa do passado; mas que alegria voltar e ver esta mina moderna, que está aqui para competir na economia global e fazer aquilo que é necessário no país».
A partir de agora, estas minas vão poder vender o seu minério e acrescentar riqueza à empresa, naturalmente, mas também à região e ao país», referiu, lembrando que quando «poucos acreditavam» o Estado «acreditou e incentivou este investimento».
O investimento também «exprime a confiança no país, na sua economia e nos portugueses», pois «ninguém investe tanto dinheiro numa actividade que, ainda por cima, só tem retorno daqui a uns anos, senão tiver confiança no nosso país», salientou.
O Ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, referiu que, entre 2005 e 2007, as exportações portuguesas de minério aumentaram 80%: «Portugal exportou 450 milhões de euros em 2005 e 730 milhões de euros em 2007; Portugal tem que ser ambicioso e colocar a fasquia nos mil milhões de euros o mais rapidamente possível».
Quando as minas de Aljustrel estiveram a funcionar em pleno, em 2009, terão criado 220 postos de trabalho directos e 450 indirectos, e produzirão anualmente 80 mil toneladas de zinco, 17 mil toneladas de chumbo e 1,25 milhões de onças de prata. O PM referiu que outros investimentos estão em curso ou foram recentemente concluídos Alentejo, nomeadamente duas das maiores centrais solares do mundo, o empreendimento de Alqueva, o aeroporto de Beja e o IP8, entre Sines e Beja.
in Portal do Governo
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